Como CEO, levou o Grupo FCamara de R$65 milhões para R$504 milhões de receita: mais de 1.700 pessoas, 10 aquisições e uma joint venture em Dubai que fechou o maior contrato da história da empresa. Preparou a empresa para abrir capital nos EUA, depois de seis anos de auditorias Big Four e PCAOB e cinco anos de roadshows com fundos institucionais em Nova York, Boston, Londres e Paris.
Antes, CEO da Labellamafia, um turnaround com exportação para mais de 50 países, vendida num processo competitivo. Antes ainda, S&OP e RGM na Whirlpool América Latina, BTG Pactual e venture capital na Criatec.